Deixa-me ir
Se em ti não há morada para mim
Deixa-me ir
Se teu peito não me pode ser abrigo
Deixa-me ir
Afoga-me em tuas lágrimas
Mata-me em tuas lembranças
E deixa-me ir...
Se a porta em que bato já não pode se abrir
Liberta-me da dor de sentir
Se o arrependimento virá com a saudade, já não creio...
Apenas, deixa-me ir
Que não sou teu brinquedo
E minha alma não é joguete para você se divertir
Tens a mim, se quiserdes, que assim seja.
Mas se não pode amar-me toda, se não se queima com meu fulgor...
Eis então, deixa-me ir!
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